1. Identificar as principais finalidades dos instrumentos de rastreio cognitivo, distinguindo-os dos testes neuropsicológicos formais e compreendendo o seu papel na triagem inicial.
2. Reconhecer as áreas cognitivas avaliadas por cada instrumento e a sua relevância para a caracterização do funcionamento cognitivo global.
3. Descrever os fundamentos teóricos e psicométricos dos instrumentos mais utilizados (ex.: MMSE, MoCA, ACE-III, RUDAS, Qmci, 6CIT, etc.), incluindo validade, fidelidade e pontos de corte.
4. Aplicar corretamente os instrumentos de rastreio cognitivo, seguindo as instruções padronizadas e assegurando condições adequadas de aplicação.
5. Realizar a cotação e interpretação dos resultados, considerando fatores moduladores como idade, escolaridade, nível sociocultural e presença de alterações sensoriais.
6. Comparar as vantagens e limitações dos diferentes instrumentos, selecionando o mais apropriado de acordo com o contexto clínico e o perfil do avaliado.
7. Integrar os resultados de rastreio cognitivo com dados clínicos e comportamentais, contribuindo para o raciocínio diagnóstico e para a decisão sobre necessidade de avaliação aprofundada.